A Klabin é a maior produtora,
exportadora e recicladora de papéis do Brasil.
Líder nos mercados de papéis e cartões
para embalagens, embalagens de papelão ondulado
e sacos industriais, também produz e comercializa
madeira em toras.
Fundada em 1899, possui atualmente
17 unidades industriais no Brasil - distribuídas
por oito estados - e uma na Argentina.
Organizada em quatro unidades de
negócios Florestal, Papéis, Embalagens
de Papelão Ondulado e Sacos Industriais ,
encerrou o ano de 2007 com lucro líquido de
R$ 621 milhões, 31% superior ao de 2006.
Histórico Klabin
Em 1889, Maurício Freeman
Klabin chega ao Brasil. Em 1890 ocorreu a criação
da empresa M.F.Klabin e Irmão, tipografia (Empreza
Graphica Klabin) e casa importadora de artigos para
escritório, em São Paulo, por Maurício
Klabin. A fundação da Klabin Irmãos
e Cia.(KIC), composta por Maurício Klabin,
seus irmãos Salomão Klabin e Hessel
Klabin e o primo Miguel Lafer se deu no ano de 1899.
A empresa importa produtos de papelaria e produz artigos
para escritório, comércio, repartições
públicas e bancos.
Em 1902 a família Klabin-Lafer
entrou no setor de produção de papel,
com o arrendamento da Fábrica de Papel Paulista
de Vila do Salto de Itu. No ano de 1903 foi feito
o primeiro anúncio da KIC. 1907 marcou o fim
do contrato de arrendamento e início dos projetos
de construção de uma fábrica
própria. Em 3 de junho de 1909 foi constituida
a Companhia Fabricadora de Papel (CFP) pela KIC e
outros acionistas.
Início da produção
da CFP se deu em 1914, fábrica construída
no Bairro de Santana, na cidade de São Paulo
(SP). Em 1918 foi feita a transferência da tipografia
Empreza Graphica Klabin da Rua Brigadeiro Tobias para
a área ao lado da CFP. Filiais da KIC ficaram
conhecidas, posteriormente, como Ponte Grande Klabin
(PGK), responsáveis pela fabricação
de bilhetes de trem, baralhos e papel couché.
Em 1920 foi feita a instalação
do escritório da KIC no Rio de Janeiro, então
Capital Federal, com Wolff Klabin à frente
dos negócios. Em 1923 Maurício Klabin
veio a falecer. Em 1924
CFP destacou-se como uma das três maiores fábricas
do setor papeleiro no Brasil. Um ano mais tarde, em
1925, os herdeiros de Maurício Klabin retiram-se
da sociedade. Em 1928 foi feita a divisão do
capital social entre os sócios-gerentes Hessel
Klabin, Salomão Klabin, Wolff Klabin e o filho
de Miguel Lafer, Horácio Lafer, como seu herdeiro.
Já em 1929 ocorreu a constituição
da Sociedade Anônima Jardim Europa (SAJE), como
filial da Klabin. Assim se deu a entrada da segunda
geração da família Klabin-Lafer
na sociedade.
Em 1931 ocorreu o arrendamento da
Manufatura Nacional de Porcelanas S/A (MNP), pela
KIC. Em 1934 foi adquirida a Fazenda Monte Alegre
no município de Tibagi (PR), para a construção
da primeira fábrica integrada do Grupo e do
país, denominada Indústrias Klabin do
Paraná (IKP). Em 1936 Visconde de Moraes compra
a MNP, que passa a ser filial da KIC.
Em 9 de julho de 1941 foi feita a
alteração da razão social da
IKP para Indústrias Klabin do Paraná
de Celulose S/A (IKPC). Em 1943 ocorreu a associação
da KIC à Empresa de Caolim Ltda, como controladora
majoritária das ações. Ainda
neste ano se iniciaram os trabalhos de reflorestamento
na Fazenda Monte Alegre, com plantação
de araucárias. Em 44 deu-se inicio a construção
da barragem de Harmonia para a Usina Hidrelétrica
Mauá. Em 1945, a estrutura societária
foi reformulada com a entrada de Ema Gordon Klabin
- representante dos herdeiros de Hessel Klabin - e
de Samuel Klabin, representando os herdeiros de Salomão
Klabin. Ambos passaram a compor, formalmente, o quadro
de quotistas de Klabin Irmãos & Companhia
- KIC, como sócio-gerentes, após o falecimento
de seus pais. KIC é dirigida pelos sócios
gerentes Horácio Lafer, Samuel Klabin, Ema
G. Klabin e Wolff Klabin, a segunda geração,
até finais da década de 1950. O iInício
das operações da unidade fabril de Monte
Alegre ocorreu em 1946. Então, pela primeira
vez na história da indústria nacional
que uma parcela da demanda de mercado interno de papel
imprensa é suprida por indústria brasileira.
Em 1951 se deu a constituição
da Rilsan Brasileira S/A, como empresa coligada da
KIC em sociedade com a Nitroquímica Brasileira
S/A e indústria Votorantim para a produção
de fios sintéticos. O ano de 1952 foi marcado
pelo início da produção de papelão
ondulado na PGK. Em 26 de janeiro de 1953 foi feita
a inauguração da Usina Hidrelétrica
Mauá (PR), com presença de Getúlio
Vargas, então presidente da República.
Em 55 foi feita a aquisição da Companhia
Universal de Fósforos, no Rio de Janeiro (RJ)
pela KIC. Suas instalações foram transferidas
para o bairro Ibirapuera, em São Paulo (SP),
como subsidiária da KIC. Neste mesmo ano, a
Unidade Del Castilho (RJ), setor de papelão
ondulado, foi constituida. As obras de construção
do bonde aéreo em Monte Alegre (PR) começarm
em 1958 e sua inauguração ocorreu em
11 de novembro de 1959. Na época, o bonde elétrico
era considerado o mais rápido e de maior extensão
de vão livre do mundo.
Em 1960 aconteceu a venda da Companhia
Universal de fósforos para a Fiat Lux do Brasil
e saída deste setor. A administração
de Klabin Irmãos & Companhia - KIC sofreu
mudanças com a criação do Conselho
Consultivo, composto por Abrahão Jacob Lafer,
Armando Klabin; Daniel Miguel Klabin, Ema Gordon Klabin,
Esther Klabin Landau, Graziela Lafer Galvão,
Horácio Klabin, Israel Klabin, Jacob Klabin
Lafer, Lilia Levine Martins Xavier, Miguel Lafer,
Sylvia Lafer Piva e Vera Lafer. O Grupo Klabin iniciou
a profissionalização administrativa
em suas empresas com a criação de uma
diretoria composta por executivos, responsável
pela direção da Papel e Celulose Catarinense
- PCC. A nova empresa foi constituída como
controlada de Klabin Irmãos & Companhia
- KIC, em sociedade com o Grupo Monteiro Aranha e
duas organizações estrangeiras: a Adela
Investiment Co. SA e a International Finance Corporation
IFC - financeira do Banco Mundial. O contrato
firmado exigiu a criação de um Conselho
de Administração, o primeiro instalado
em uma empresa do Grupo Klabin. Já em 61 foi
contituida a Papel e Celulose Catarinense Ltda
PCC. Chamado de "Projeto II" , previa a
criação de uma moderna fábrica
de papel kraft e celulose de fibra longa, na cidade
de Lages (SC), com uso da reserva florestal da região.
Ocorreu também a constituição
da Unidade Vila Anastácio (SP) como filial
da KIC e ampliação do setor de papelão
ondulado. A produção dessa Unidade alcançou
níveis de produção considerados
dos maiores da América Latina da época.
O ano de 1963 ficou marcado por um incêndio
nas reservas florestais (pinheiros e eucaliptos) da
IKPC. A Unidade Santa Luzia (MG), entrou em operação
para a produção de azulejos em junho
1965. Em 1967, foram compradas a Cia. Manufatura de
Papel Embalagens (Cimape) na cidade de Piracicaba
(SP) e sua filiação à KIC. Também,
foi constituida a Papelão do Nordeste S.A.
(PONSA), com auxílio financeiro do Fundo de
Investimentos do Nordeste (FINOR). Ainda no ano de
1967 foi dado início a construção
da Papel e Celulose Catarinense Ltda que começou
a operar em 1969 produzindo celulose e papel kraft
natural. A unidade foi pioneira no país no
branqueamento de celulose pelo processo dióxido
de cloro. No mesmo ano se deu início a construção
da PONSA, na cidade de Goiana (PE), que produzia papelão
a partir do bagaço de cana.
Em 1970 a associação
da KIC com a Hoescht para a produção
de fios sintéticos da marca Trevira,
por meio da Companhia Brasileira de Sintéticos
(CBS). Em 20 de março de 1973 foi dado início
a produção da PONSA. Ainda em 73 ocorreu
a constituição da Celucat Artes Gráficas
S.A. , subsidiária integral da Papel e Celulose
Catarinense Ltda, com auxílio do Fundo de Desenvolvimento
do Estado de Santa Catarina. Na cidade de Lages (SC),
a fábrica tem o objetivo de produzir sacos
e envelopes. Em janeiro de 1974 ocorreu o arrendamento
de unidade na cidade de Porto Alegre (RS), para a
conversão de papelão ondulado. No mesmo
ano a ONIBLA S.A. Indústria e Comércio
de Papel foi adquirida pela CFP. Em 1975 ocorreu a
implantação da CFP Mogi das Cruzes (SP),
como filial da CFP para a produção de
descartáveis. Em dezembro de 78 ocorreu um
agrupamento por atividades afins das empresas subsidiárias,
filiais e setores de produção e constituições:
Klabin Espírito Santo Rural S.A. e Klabin Boa
Vista Rural S.A., como subsidiárias da KIC.
Klabin Campo Mourão Agro-florestal S.A., Klabin
do Paraná Agro-florestal (KPAF) e Madeireira
Klabin do Paraná S.A., como subsidiárias
integrais de Indústrias Klabin do Paraná
de Celulose SA (IKPC). Klabin Cerâmica S.A.
KC, como subsidiária integral de KIC,
que incorporou as Unidades Santa Luzia (MG) e a MNP
(RJ). Klabin Administração e Serviços
S.A. (KASSA) como subsidiária da KIC e Klabin
do Paraná Administração e Serviços
S.A., como subsidiária de IKPC. Klabin Embalagens
S.A. (KESA), como subsidiária integral da KIC,
e recebeu os estabelecimentos industriais das Unidades
Del Castilho (RJ), Vila Anastácio (SP), Piracicaba
(SP) e Porto Alegre (RS). Klabin Papéis S.A.
(KPSA), como subsidiária integral da KIC, através
de transferência das antigas instalações
da PGK, para a produção de papel couché
e guardanapos. Agro Florestal Celucat S.A., como subsidiária
integral da KIC. Em 16 de junho de 1979 foi iníciada
a produção de Papéis na Unidade
Mogi das Cruzes (SP). Já no segundo semestre
foi feita a tomada de controle acionário das
empresas PCC e KESA pela IKPC. Em 21 de novembro do
mesmo ano ocorreu a constituição da
Klabin Mineração S.A . (PR). Com a criação
de nova lei de Sociedades Anônimas, em 1979,
foi estabelecido o Conselho de Administração,
constituído pelos acionistas da empresa, conforme
determinava a lei. O Conselho de Administração
permitiu que o processo de profissionalização
fosse encaminhado de forma nítida e racional.
As várias Diretorias das empresas, eleitas
pelo Conselho, passaram a ser conduzidas por profissionais.
Nesse novo contexto, os estatutos das empresas do
Grupo Klabin foram sendo, progressivamente alterados.
A Klabin Irmãos & Companhia - KIC, constituída
como Sociedade em Nome Coletivo, passou a ter administração
totalmente independente, integrando a representação
de todos seus sócios-gerentes. Neste mesmo
contexto, foi efetuada a criação de
um Conselho Administrativo nas Indústrias Klabin
do Paraná de Celulose SA - IKPC, que teve seu
capital aberto, iniciando negociações
na Bolsa de Valores em São Paulo. Os próprios
sócios-gerentes de KIC e seus assessores conduziram
a profissionalização das empresas, recorrendo
a especialistas e participando ativamente de todo
o processo.
Em 1980 foi inauguradaa Unidade Piracicaba
(SP). Em 1981 PONSA passa a ser controlada por KESA.
Em 1982 houve uma alteração acionária:
CFP torna-se subsidiária integral da KIC. No
mesmo ano ocorreu a aquisição da Rio
Grande Companhia de Celulose do Sul (Riocell), na
cidade de Guaíba (RS). Em 1983 IKPC torna-se
controladora da KPSA, CFP (CFP Mogi das Cruzes) e
incorpora a KESA e ainda ocorreu a constituição
de divisões operacionais de IKPC: Divisão
Embalagens de Klabin do Paraná, resultado da
incorporação da KESA (Unidades Vila
Anastácio (SP), Del Castilho (RJ), São
Leopoldo (RS) e Piracicaba (SP).) Papel: fábrica
de Monte Alegre (PR). Constituição da
Riocell Mineradora e Industrial Ltda., como subsidiária
da Riocell S.A. Em 1984 da-se início as atividades
fitoterápicas na IKPC e é criado o Parque
Ecológico Samuel Klabin, em Monte Alegre (PR).
Em abril de 1985 foi feita a alteração
da denominação IKPC (Indústrias
Klabin do Paraná de Celulose S.A.) para Indústrias
Klabin de Papel e Celulose S.A. e a alteração
da denominação Divisão de Papel
para Divisão Klabin do Paraná. Alteração
da razão social da CFP para Klabin Fabricadora
de Papéis S.A. ocorreu em 1986. No mesmo ano
a Bates do Brasil Papel e Celulose S.A. foi adquirida
pela Papel e Celulose Catarinense Ltda. Em fevereiro
de 1987 ocorreu a incorporação integral
da subsidiária Companhia Papeleira do Sul (CPS)
pela Riocell e, também, muitos investimentos
na expansão da base florestal da Riocell e
na instalação de novos equipamentos
para a produção de celulose branqueada.
Em 1989 foi criado o Centro de Documentação
e Memória da Klabin. Em agosto de 89 foi contituida
a Klabin Fabricadora de Papel e Celulose S.A. (KFPC)
para administrar as atividades fabris do Grupo. IKPC
torna-se uma holding. Neste mesmo ano se iniciaram
os trabalhos de educação ambiental.
Na sequaência se deu a constituição
da Norcell S.A., uma associação entre
a COPENE e a Riocell S.A.
Em 1990 o projeto de implantação
da Norcell S.A. foi concluído. Também,
foi feita a compra da Companhia de Papéis (COPA)
pela KFPC, formada por fábricas em Cruzeiro
(SP) e Mendes (RJ), com produção de
papéis descartáveis. Assim, o grupo
Klabin passa a ser o maior produtor nacional de papéis
sanitários do Brasil. Em 92 foi realizada joint-venture
para constituição da Bacell Ltda., com
KFPC e Lenzing Aktiengesellschaft como acionistas,
para a produção de celulose solúvel
de alta qualidade para a indústria têxtil.
No mesmo ano se deu a desativação da
Unidade Vila Anastácio. Ainda em 92 ocorreu
a transferência de funcionários e maquinário
da Unidade Vila Anastácio para a recém
construída Unidade Jundiaí. A incorporação
da COPA pela KFPC, foi aprovada como filial. Então
se deu a formação da Divisão
COPA Fabricadora, com incorporação das
Unidades Mogi das Cruzes (SP) e São Paulo (SP)
e a incorporação da PONSAPAR Participações
pela PONSA. Em 1993 a Papel e Celulose Catarinense
Ltda entrou no setor de papéis descartáveis
com inauguração da fábrica de
papel tissue. Ainda em 1993 se deu a transformação
em S.A. da Bacel Ltda com a associação
da International Finance Corporation. Em 1994 a Bacell
recebeu apoio finaceiro do Sistema BNDES e do Deutsche
Investitions-und Entwicklungsgesellchaft GmbH. Em
1995 ocorreu a instalação de setor de
fábrica de papéis sanitários
em Recife (PE), em uma unidade fabril desativada da
Bates. Em 96 se deu a reorganização
de terminologias de setores produtivos: o termo divisão
é substituído por unidade de negócio.
A KFPC fica responsável pela Unidade de Negócio
Paraná (Unidade fabril de Telêmaco Borba,
PR) e pela Unidade de Negócio Papelão
Ondulado (Unidades Betim (MG), Jundiaí e Piracicaba
(SP), São Leopoldo (RS), Del Castilho (RJ)).
Ocorreu, ainda em 95, a cisão parcial da KFPC,
com transferência do setor de papéis
sanitários (Divisão COPA Fabricadora)
para a Papel e Celulose Catarinense Ltda e, também,
a alteração da razão social da
Papel e Celulose Catarinense Ltda para Celucat S.A..
Fica responsável pela Unidade de Negócio
Papéis Sanitários (Unidades Correia
Pinto (SC), São Paulo, Mogi das Cruzes e Cruzeiro
(SP), Recife (PE), Mendes (RJ)) e pela Unidade de
Negócio Kraft (Unidades de Correia Pinto e
Lages (SC), Contagem (MG)). Em 1997 foi formada uma
joint-venture entre a IKPC e a Kimberly-Clark, através
das subsidiárias Kimberly-Clark Worldwide Inc.
e Celucat S.A., controladas pela empresa Celulosa
Argentina S.A.. A nova empresa é denominada
KCK Tissue S.A.. Em Julho foi desativada a Unidade
Santana e em dezembro foi dado início da produção
da KCK Tissue S.A.. e a constituição
da Klabin Tissue S.A.., como subsidiária de
IKPC. Direitos, obrigações e bens da
Unidade de Negócio Papéis Sanitários
foram transferidos para a Klabin Tissue S.A. e as
Unidades de Negócio Embalagens e Descartáveis
foram separadas. A Unidade Piracicaba (SP) foi expandida
em 1998. Em 1999 a Klabin Tissue S.A passa a se chamar
Klabin Kimberly. Em 31 de janeiro de 99 a KFPC foi
incorporada pela Celucat S.A., e passagem dos estabelecimentos
de KFPC à condição de filiais,
formando a Unidade de Negócio Embalagens. Ainda
em 99 ocorreu a aquisição da Bacraft
e Lalekla pela Klabin Kimberly, inauguração
da máquina de reciclagem de embalagem Tetra
Pak, na Unidade Piracicaba (SP), Joint-venture com
a Boise Cascade para a produção e comercialização
de produtos de madeira.
Em fevereiro de 2000 ocorreu uma
joint-venture entre Klabin e Norske Skog, para a produção
de papel imprensa na Unidade Monte Alegre (PR). Em
abril do mesmo ano foi dado início as operações
da Norske Skog Klabin. Em outubro foi adquirida a
Igaras Papéis e Embalagens S.A., por meio da
subsidiária Klabin Argentina S.A.. Em setembro
de 2001 o Monumento a Carlos Gomes na Praça
Ramos de Azevedo em São Paulo foi restaurado.
Em 2002 foi dáda ênfase no desenvolvimento
de produtos que agregam valor aos negócios
dos clientes. Neste mesmo ano se iniciou a exportação
de papelcartão Carrier Board para o mercado
norte-americano e novos clientes na Europa, Estados
Unidos e China foram conquistados com exportação
de celulose solúvel. Em abril de 2003 a: Klabin
S.A. deixa de produzir papel imprensa e sai do setor.
Em 20 de agosto ocorreu a venda da participação
acionária de 81,711% do capital total da Klabin
Bacell S.A.. Foi, então, anunciada a venda
da participação de 50% nas sociedades
Klabin Kimberly S.A. (Brasil) e KCK Tissue S.A.. (Argentina)
para a Kimberly-Clark Tissue do Brasil Ltda e Kimberly
Clark Argentina S.A.. Ainda em 2003 a Klabin saiu
do setor de descartáveis e ocorreu a desmobilização
de ativos da Riocell. Em 2004 a Klabin passa a integrar
o Chicago Climate Exchang (CCX), e torna-se a primeira
empresa brasileira a participar da bolsa de créditos
de carbono. Em 26 de abril atingiu-se recorde nas
exportações, comparado ao primeiro trimestre
de cada ano. Em maio foi criado o Projeto Monte Alegre
675 para elevar a capacidade da produção
da Unidade Monte Alegre (PR).
01 de junho: lançamento de cartão Klakold
para embalagem de frigorificados.
09 de agosto: lançamento do Programa Caiubi
de Educação Ambiental.
10 de novembro: saída do setor de envelopes.
Dezembro: anúncio do investimento na expansão
da Unidade de Monte Alegre (PR).
Em 2005 as florestas da Klabin em Santa Catarina ganham
o selo Forest Stewardship Council (FSC), considerada
a mais respeitada entidade do mundo em sustentabilidade.
Com o selo, a Klabin passa a ter quase 100% de suas
florestas certificadas. A Klabin conquista, então,
a certificação FSC para a cadeia de
custódia de papelcartão e kraftliner
na unidade do Paraná tornando-se a a única
empresa do mundo a receber tal selo. Ocorre, na sequencia,
o lançamento do Programa Klabin Jovem de Futuro
nas unidades de Feira de Santana, Goiana, Itajaí,
Jundiaí, Lages, Piracicaba, Ponte Nova, São
Leopoldo e Telêmaco Borba.
A Klabin conquista 29 prêmios ao longo do ano
em várias áreas com destaque para: Prêmio
Eco: o caso Unidade Monte Alegre foi premiado
na categoria Gestão Empresarial para a Sustentabilidade.
O Prêmio Eco é uma realização
da Câmara Americana de Comércio (AMCHAM).
Prêmio CNI: o Projeto Plasma, desenvolvido pela
Klabin em parceria com Tetra Pak, Alcoa e TSL Ambiental,
foi o vencedor na categoria Desenvolvimento Sustentável,
modalidade Produção Mais Limpa no âmbito
estadual e nacional. O prêmio é uma iniciativa
da Confederação Nacional das Indústrias
(CNI) e da Federação das Indústrias
de São Paulo (FIESP).
Prêmio USP de Comunicação Corporativa:
vencedora na categoria Campanha com o caso A
Comunicação Integrada Como Alicerce
para a Construção da Marca. O
prêmio é uma realização
da ECA- Escola de Comunicações e Artes
da Universidade de São Paulo.
Ainda neste ano a Klabin, Tetra Pak, Alcoa e TSL Ambiental
inauguram, em Piracicaba no interior de São
Paulo, a primeira planta do mundo do projeto Plasma
para a reciclagem de embalagens longa vida.
Em 2006 a Klabin conquistou o selo FSC para a produção
de papéis e sacos industriais na unidade de
Angatuba, no estado de São Paulo. Em março:
XV Troféu Embanews, a Klabin vence em duas
categorias: Projeto Plasma de reciclagem de embalagens
longa vida, e o papelcartão da Klabin na categoria
máquinas, equipamento e sistemas. Em maio:
V Prêmio Qualidade Exportação,
organizado pela revista Madeira, o prêmio que
é considerado um dos mais importantes dos setores
madeireiros, moveleiro e papel e celulose, é
um reconhecimento as maiores empresas exportadoras
do país. Ainda em 2006 a Klabin conquista o
selo FSC nas produções de papel cartão
e kraftliner nas Unidades de Angatuba (SP), sacos
industriais em Lages (SC), e sacraft e kraftliner
(papéis para embalagem) em Correia Pinto e
Otacílio Costa (SC). A Klabin foi eleita pela
revista Exame, na edição Maiores
e Melhores como a empresa do setor de papel
e celulose no ranking de 2006. Ainda conquistou o
certificado FSC para embalagem de papelcartão.
Primeira embalagem brasileira a conquistar o selo,
sendo uma parceria entre a Klabin, a gráfica
Box Print e a Natura. A conquista desse selo representa
toda a cadeia de produção da embalagem,
a certificação também garante
a rastreabilidade das matérias primas em toda
a cadeia produtiva. Ocorreu então a recertificação
do Sistema Integrado de Gestão (SIG) que compreende
a ISO9001, ISSO 14.001 e OHSAS 18.001 nas Unidades
de Otacílio Costa e Correia Pinto (SC). Em
agosto e setembro foi lançado o Programa Jovem
de Futuro nas Unidades de Betim (MG), Angatuba (SP)
e Guapimirim (RJ). Em setembro, outubro e novembro
novas Unidades envolveram-se no Programa Klabin Jovem
de Futuro: Goiana (PE), Feira de Santana (BA), Piracicaba
e Jundiaí (SP), Ponta Grossa (MG), Correia
Pinto, Itajaí, Lages e Otacílio Costa
(SC), São Leopoldo (RS) e Telêmaco Borba
(PR). Em dezembro foi feita a unificação
dos escritórios corporativos da Klabin, Rocio
e Formosa para a nova sede do Edifício Faria
Lima Square. Em 2007 aKlabin conquistou o selo FSC
para a produção de papéis reciclados
e embalagens de papelão ondulado nas unidades
de Jundiaí Distrito Industrial, Jundiaí
Tijuco Preto, Piracicaba (SP), Itajaí (SC),
Ponte Nova, Betim (MG), Feira de Santana (BA), Goiana
(PE), Guapimirim (RJ). Em fevereiro deu-se início
das obras do Centro de Capacitação para
adolescentes em Feira de Santana (BA). A Klabin contribuiu
com a doação do terreno. Em 19 de Abril
a Klabin comemorou 108 anos de muita história
e tradição. Então, foi lançado
um novo produto: o palete de papelão ondulado,
mais resistente e mais leve. O Programa Caiubi de
Educação Ambiental foi lançado
em Santa Catarina. E ainda, a Klabin conquistou o
selo FSC nas categorias Papel Reciclado pelas Unidades
de Guapimirim e Piracicaba e Papelão Ondulado
pelas Unidades de Jundiaí(TP/DI), Piracicaba
e Itajaí.